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Excesso de pêlo

Já por diversas vezes foram mencionadas neste espaço questões relacionadas com a calvície ou com a queda de cabelos em homens e mulheres. Ora pelo contrário existem determinadas pessoas que encaram diariamente o problema exatamente oposto, isto é, o excesso de pilosidade. Sobre esta questão existem duas patologias que são passíveis de identificar o hirsutismo e a hipertricose.

De facto, o Homem como qualquer outro mamífero tem partes mais ou menos extensas do seu corpo cobertas de pêlos, na sua maior parte finos. Por outro lado, existem determinadas áreas muitos limitadas do nosso corpo onde por regra os pêlos que nascem aparentam maior espessura. Esse é o caso das zonas do cabelo, das sobrancelhas, das pestanas onde o crescimento se observa desde o nascimento e a barba, axilas e pêlos púbicos que normalmente crescem apenas durante o período da puberdade motivados pela produção das hormonas sexuais.

Sobre a questão do nascimento e crescimento dos pêlos existem, no entanto, duas condições patológicas que determinam a sua dominância anormal. Desta forma, quando existe um aumento generalizado da pilosidade,fundamentalmente em termos de quantidade mas respeitando a distribuição anatómica habitual, estamos na presença da patologia designada de hipertricose. Esta patologia pode estar relacionada com diversos fatores que podem ser genéticos, étnicos, farmacêuticos ou mesmo com outras doenças como distúrbios metabólicos, hipotiroidismo, anorexia ou desnutrição.
Por outro lado, o exagero de pêlos pode ainda tomar a designação de hirsutismo e nestes casos os sintomas são ligeiramente diferentes. A alteração na quantidade de pêlos é acompanhada por uma distribuição dos mesmos em locais não expetáveis. Assim é comum em pessoas que padecem desta patologia verificar-se o aparecimento de pêlos grossos no queixo, na linha média do abdómen ou mesmo na zona dos seios no caso das mulheres. Esta condição patológica está geralmente associada a um distúrbio endócrino ( hormonal) ou em casos mais raros com tumores ou doenças no sistema endócrino que importa diagnosticar e tratar.

Efetivamente, existem atualmente inúmeras soluções possíveis e algumas mesmo definitivas para as questões do excesso de pêlo, mas estas soluções devem sempre ser procuradas com a perfeita noção de que por vezes se está a atacar o sintoma e não a resolver a causa  por detrás do excesso de pêlo.

 

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