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O Sal no champô

Quando pretendemos adquirir um champô para os nossos cabelos, a oferta não poderia ser mais diversificada. Em qualquer supermercado ou grande superfície a gama de produtos para os cabelos é muito diversificada e por vezes os consumidores são os primeiros com dificuldade em escolher aquele que mais se adapta às caraterísticas dos seus cabelos.

Em relação a esta situação uma das questões que mais dúvidas pode levantar refere-se à escolha dos champôs que podem ou não ter cloreto de sódio na sua composição. Muitas mulheres acreditam que o champô com sal pode gerar fios de cabelos mais secos. Este mito surgiu possivelmente motivado por ser do conhecimento geral que a água salgada do mar endurecer e ressecar os cabelos. Todavia, a ideia em relação aos champôs com cloreto de sódio na sua composição não poderia estar mais longe da realidade. O sal pode e deve ser encarado como um importante componente e quando usado nas suas concentrações corretas não terá qualquer influência nefasta na estética dos fios de cabelo.

Efetivamente o principal agente de limpeza de quase qualquer champô é um componente designado de lauril sulfato de sódio que têm uma função essencialmente de limpeza mas cuja composição química faz do mesmo um produto bastante líquido. Isto significa que se o champô fosse composto exclusivamente por este ativo o mesmo escorreria do cabelo e por entre os dedos impedindo a sua correta limpeza. Neste contexto, e com o objetivo de adicionar algum corpo ao produto e garantir a capacidade do mesmo produzir alguma espuma, o cloreto de sódio apresenta-se como a solução mais indicada. Assim sendo, o sal deve ser encarado nestas situações específicas como espessantes não interferindo de todo na qualidade do champô ou mesmo no estado dos fios de cabelo.

Uma nota final para observar que os melhores champôs incorporam agentes hidratantes que visam proteger o cabelos das quantidades excessivas de sal, essas sim que podem ser consideradas nocivas, e que são evidentes na água do mar ou até mesmo na transpiração e suor.

As moléculas desses agentes hidratantes podem e devem ser vistas como um importante reparador nas partes destruídas, danificadas e ressecadas do cabelo.


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