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Cabelos e mitologia

Como já referido algumas vezes, existem determinados mitos em relação ao cabelo que muitas vezes influenciam o modo como o tratamos e o nosso comportamento de uma maneira geral. Esta situação é consequência direta das inúmeras histórias e mitologias que têm no cabelo o seu maior protagonista e que pelo seu poder e força perpetuam-se de alguma maneira no tempo, sobrevivendo até a atualidade.

Assim, e entre as várias mitologias existentes são várias aquelas que reportam uma relação direta entre os cabelos e a força/vitalidade de uma pessoa. Lembremos a título exemplificativo o cabelo da deusa Ísis cosiderado por todos como o poderoso elemento que protegia e devolvia a vida perdida, prosseguindo o mito que foi ela a responsável pela ressurreição da personagem Osíris, usando do seu cabelo.

Com efeito e de uma maneira geral, os deuses e heróis da Antiguidade Clássica olhavam para o cabelo como um símbolo de força e de poder. Por essa razão os cabelos representados eram sempre longos e espessos, tal qual o cabelo de Shiva. Também por esta razão quando cortado o cabelo, isso era visto como um sinal de castração da força e da virilidade. A conhecida história de Sansão que ficou indefeso depois da traição de Dalila que lhe cortou os longos cabelos é disso mesmo exemplo.

De mencionar ainda que historicamente tanto no Oriente como entre a nobreza europeia, o cabelo do Homem era sinal de poder e mesmo de  realeza. Note-se o exemplo dos índios da América onde o cabelo era visto como o troféu de conquista e domínio já que o vencedores guardavam o escalpe das cabeleiras dos adversários vencidos.

Outras crenças antigas sobre os cabelos referiam ainda que os mesmos tinham a capacidade de preservar as propriedades ligadas aos seres-humanos. Era por essa mesma razão que vulgarmente os cabelos eram objeto de rituais de bruxaria.

Finalmente e entre os inúmeros exemplos possíveis de encontrar podemos ainda observar as questões relacionadas com a religião e os cabelos. Desta forma, enquanto os eremitas deixavam crescer o cabelo como símbolo de negação à vida e aos prazeres terrenos, na Igreja cristã, o cabelo era visto como sinónimo de disponibilidade sexual. Por esse facto, os frades e freiras rapavam os seus cabelos e S. Paulo exortava os homens a manterem os cabelos curtos e as mulheres a cobrirem-nos durante as cerimónias religiosas.

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